1º Encontro de Educadores dos Museus da SEC

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No dia 8 de agosto, aconteceu 1ºEncontro de Educadores da SEC, com a proposta de reunir os diversos dos educadores dos museus SP para discussões de vários temas como, o papel do educador e da instituição e temas que interessavam os próprios núcleos de educativos de cada museu.

Durante o período da manhã, nós educadores conhecemos os projetos da UPPM, histórico do Comitê educativo da SEC, a REM ( Rede de Educadores dos Museus) e CECA-ICOM (Commitee for Education and Cultural Action). Participamos também de uma dinâmica de escrita coletiva com a questão: “Qual é o papel do Educador?”.

Na parte da tarde, o encontro propôs uma mediação com 5 temas, que abordavam questões das quais os educadores tinham o desejo de refletir.

Nós do MLP, participamos dos temas: “Novos recursos para a mediação” e “Ações extramuros com públicos-alvo”. Na conversa sobre “Ações extramuros com públicos-alvo, surgiram questionamentos tais como: como conciliar horários de visitas do museu com o trabalho fora do espaço museal? Ações extramuros precisam ser continuadas ou podem ser pontuais? E a verba para essas ações, deve ou não sair do núcleo educativo de cada instituição?

Sobre o tema de “Novos recursos para mediação”, os educadores apresentaram suas propostas e idéias do que são os novos recursos e ao final conseguimos levantar alguns tópicos dentro do tema, tais como: acessibilidade, mídias sociais, ações extramuros, brincadeiras, jogos manuais, objetos materiais e imateriais. Acreditamos, que existem muito mais recursos e que cada educador dentro da sua instituição proporciona uma mediação que vai muito além do que está exposto, buscando uma maneira mais lúdica de experienciar o museu.

Vamos nos comunicar com gestos?

Em Julho, o DENGO realizou no CCA ABCD Nossa Casa uma proposta pensando nos meios e formas de se comunicar na Língua Portuguesa.

A primeira parte do encontro foi uma roda de conversa sobre o tema e levantamos algumas questões como: “Quando digo algo, as pessoas me entendem?”, “As coisas podem mudar de significados?” ou “Podemos nos comunicar por meio de gestos?”.

Após esse bate-papo, propusemos a criação de um Dicionário de Gestos daquele grupo, de gestos mais comuns e a explicação de como fazer os gestos.

O grupo pensou e brincou com a ideia, trouxeram referências de artistas, filmes e cantores. Os gestos ganharam um registro fotográfico, nome e uma instrução de como o fazer.

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A experiência dessa atividade para o grupo trouxe um novo olhar para maneira como podemos nos comunicar. O nosso corpo é um extensão da nossa língua, e serve também para nos comunicar. Existem gestos que são mais comuns com alguns grupos e outros necessitam de um Dicionário de Gestos para podemos compreender.

Deixamos aqui essa ideia para que você possa criar com seus amigos, familiares, alunos um Dicionário de Gestos mais usados por vocês. Para criar o dicionário pense nos gestos, faça um registro fotográfico e instruções de como fazer o gesto.

Não se esqueça de compartilhar sua criação conosco por meio das #criemlp #educativoevcmlp #educativomlp.

Assim como língua, sempre nos reinventamos.

O EDUCATIVO NAS MÍDIAS SOCIAIS.

Como você sabe, o MLP está fechado para reconstrução depois do incêndio de dezembro. Embora com menos educadores, o educativo tem realizado ações extramuros por meio do Programa Dengo e, também, atuado fortemente através dos meios digitais. Tudo isso sem perder suas características, já tão conhecidas pelo público. Em um post publicado no Facebook do MLP em 05 de agosto de 2015, por exemplo, abordamos a questão dos trocadilhos na Língua Portuguesa Brasileira de forma animada e lúdica, uma das marcas do trabalho educativo no MLP. É sobre esta mediação, que tem acontecido nas mídias sociais que queremos falar.

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Mediar, resumidamente falando, é estabelecer relações. E para nós, educadores, estas relações acontecem entre você, público, e os assuntos trabalhados por meio do acervo do MLP. Quando recebíamos você em nosso museu, lá na Estação da Luz, centro de São Paulo, procurávamos agir para que a sua experiência com a língua, iniciada com sua visita, pudesse se prolongar além daquele espaço. Com esta sede temporariamente indisponível, surgiu-nos um grande desafio: como manter essa interação com nosso público? A resposta nos veio rápido: mídias sociais.

Já tínhamos certa experiência com a produção de conteúdo para posts na página do Facebook. Nossas primeiras experiências de mediação neste formato digital chamavam a atenção do público para partes de nosso acervo, como a origem da palavra baderna, presente em um dos “totens”, como neste post publicado no dia 12 de março de 2013.

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Além disso, temos uma plataforma digital própria em que estendemos nosso trabalho de mediação, pensando no público que não estivesse conosco fisicamente. Portanto, o destino nos fez focar e expandir estes domínios, tanto que no post de 13 de julho, convidamos todos a acessar nossa plataforma digital. Este convite foi por meio de um desafio que pode ser solucionado com um dos jogos disponíveis na Estação Educativo MLP.

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O trabalho com as mídias sociais, além de provocar e brincar com o público, traz curiosidades sobre a língua e a literatura. Neste post de 11 de maio de 2015, contamos qual foi a influência para a que escritor Robert L. Stevenson escrevesse famosa história O Médico e o Monstro.

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O MLP sempre esteve de olhos abertos para os acontecimentos sociais e para a maneira como eles interferem na comunicação dos brasileiros. No ambiente virtual, cuja rapidez em absorver esses acontecimentos é impressionante, a atenção deve ser maior ainda. Em um post de 07 de abril de 2015, que desafiou o público a descobrir qual o ditado popular construído com apenas quatro emojis, usamos algo super atual nos aplicativos de comunicação. Emoji foi eleita a palavra do ano de 2015 pelo dicionário Oxford, inclusive.

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E, como a comunicação é um dos focos do MLP, a expressão ‘beijinho do ombro’ também apareceu em post de 14 de agosto de 2015. Exemplificamos com ele como a língua incorpora elementos sociais.

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Agora nosso contato com você acontece sem que estejamos frente a frente. Mas, já adiantamos que a experiência não é menos significativa, apenas diferente. Como dissemos em nosso post do último dia 15, basta que você apure os seus ouvidos e que preste atenção em como todos a sua volta se comunicam, para perceber a riqueza e história da nossa Língua Portuguesa. Afinal somos todos MLP.

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Você acompanha nossas publicações no facebook? Já tinha percebido como a gente trabalha de forma educativa o que tem aparecido na internet? Assim como a gente faz, fique atento ao criar um meme, publicar e compartilhar algo em sua timeline. Tenha certeza de que a mensagem é realmente aquela que você quis comunicar. A imagem e o texto devem “conversar” ou você corre o risco de que as pessoas achem que você quis comunicar uma coisa, quando na verdade quis expressar outra. Já pensou?! Mesmo quando a gente brinca com a língua portuguesa, mexendo com a ortografia padrão, alterando a morfologia (estrutura das palavras) e a sintaxe (palavras e seus posicionamentos na frase), criando e recriando expressões, não podemos esquecer a coerência, ou seja, uma coisa deve estar acertadinha com a outra coisa. Dito isto, brinque, expresse seus pensamentos, se posicione. Continuaremos fazendo isso no facebook do MLP também, CLIQUE AQUI  e  siga lá!

Lembre-se de compartilhar usando as nossas hashtags: #criemlp #educativoevcmlp #educativomlp

Produção de tirinhas nos CCA´s

A partir da experiência que tivemos no final de 2014 e início de 2015, na exposição Essa Sala é uma Piada, o Dengo realizou nas últimas semanas uma atividade de criação de tirinhas com as crianças e adolescente dos CCA´s.

Após uma conversa sobre os recursos utilizados para a criação dessas histórias, como o uso das imagens, balões e onomatopéias, entregamos tirinhas com balões sem texto para que eles preenchessem a partir de uma leitura das imagens, e em seguida um papel em branco, para que criassem suas tirinhas do zero.

 A idéia foi explorar a produção narrativa em um formato atraente para esse público, e eles deram um show de criatividade. Para o Flávio do CCA Casa do Cristo, a ausência de desenho não foi empecilho para que ele produzisse uma tirinha inteligente e divertida. Nem a ausência de falas na tirinha do Pedro Luiz do CCA Coração Materno.

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E você, já tentou contar uma história usando esse tipo de linguagem?

Que tal recortar uma tira de uma folha sulfite e deixar a imaginação entrar em ação?

Lembrando que a HQ não é exclusiva do universo infantil, e ela pode falar de histórias fantásticas, mas também de situações do dia-a-dia. Pensar em um personagem, ou uma história engraçada que já aconteceu com você pode ser um bom começo para a criação da sua tirinha.

Pronto? Então, mãos na massa!

Não esqueça de publicar sua criação com #criemlp #educativoevcmlp #educativomlp para partilhar com a gente! ;)