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"CAZUZA mostra sua cara"
terá espaço de reflexão aprendizado e interação:

Reflexão

Entrada – “Mostra sua cara”
O percurso começa por uma grande “galeria de rostos e ideias”, com as paredes revestidas por retratos de pessoas desconhecidas. Sobre cada imagem estarão estampadas frases emblemáticas de músicas do artista. O intuito é contar com a participação do público para mudar a aparência e o conteúdo da sala. “Será uma espécie de photobooth, permitindo ao visitante fazer uma foto sua e escolher uma das 42 frases disponíveis para anexar à imagem, que poderá,

ainda, ser enviada por e-mail”, explica o curador. “Uma vez por semana, algumas imagens serão selecionadas pelo Museu e fixadas nas paredes da sala com cola, como acontece nos muros da cidade”, completa Gringo.

Sala V – “Cazuza, Juventude e Rock n’roll”
Depoimentos de personalidades e amigos – como Ney Matogrosso, Lobão, Sergio Maciel, Bebel Gilberto e outros –, além da mãe de Cazuza, Lucinha Araújo, sobre o artista serão apresentados em uma sala com vários monitores. Nesse mesmo espaço, especialistas como a psicanalista Viviane Mosé, o antropólogo Luiz Eduardo Soares e o escritor Silviano Santiago, entre outros, falam sobre questões relacionadas à juventude: a rebeldia, a transgressão e a universalização do comportamento inconformado dos jovens.

Sala III – “Mergulho na mente do poeta”
O espaço mais sensorial e emocional da mostra, formado por um corredor de espelhos repleto de projeções coloridas feitas de leds, ruídos, músicas e trechos de depoimentos do artista.

Espaço X – “Altar”
Os banheiros, tanto o feminino como o masculino, recebem luzes coloridas e projeções dos grandes momentos da juventude, da música e de rebeldia de Cazuza, durante shows, que retratam sua irreverência nos palcos. As portas ganharam isolamento acústico.

Espaço IX – “Palavras flutuantes”
Corredor com faixas suspensas e frases usadas em manifestações desde os tempos da ditadura. Nesse mesmo espaço, objetos pessoais de Cazuza – entre eles, sua calça de couro vermelha, sua bandana preta, seus óculos escuros e a inesquecível camisa amarela com o mapa do Brasil em verde – estão expostos em vitrines. Essa é a primeira vez que eles saem da Sociedade Viva Cazuza, no Rio de Janeiro, para uma exposição.

Aprendizado

Sala II – “Poesia e Música”
Dedicada a tratar da intensa relação entre poesia e canção. Por meio de computação gráfica, pílulas de conteúdo contextualizam esse “casamento” no Brasil desde o início do século e mostram como Cazuza e outros compositores enxergaram o cenário político brasileiro.

Sala IV – “O Tempo não para”
Totens com animações traçam um paralelo entre seis momentos da vida de Cazuza e a história brasileira – mostrando grandes marcos das trajetórias política, cultural e social do país.

Interação

Sala VI - “Cante com Cazuza”
Como em um karaokê, o público pode cantar duas músicas de Cazuza – “Ideologia” e “Exagerado” –, que têm suas letras projetadas em uma enorme tela. Os dois clipes, feitos em animação, foram produzidos especialmente para a exposição.

Sala VII - “A arte de escrever canções”
Estações individuais com monitores touchscreen desvendam para o visitante a estrutura poética de algumas músicas do artista, mostrando o que são versos e refrãos e como as rimas e assonâncias são construídas. Logo após a estrutura ser apresentada, o artista começa a cantá-las, propondo uma revisão do conteúdo apresentado.

Sala VIII - “Cazuza por Cazuza”
É composta por livros cenográficos gigantes sobre os quais são projetadas palavras-chave. Por meio de um sensor de presença localizado em cada livro, o visitante escolhe um assunto e assiste a um depoimento de Cazuza relacionado ao tema. No mesmo ambiente, há ainda grandes painéis com fotos do artista, de autoria de Flávio Colker.

Sala VIII - “Cazuza por Cazuza”
É composta por livros cenográficos gigantes sobre os quais são projetadas palavras-chave. Por meio de um sensor de presença localizado em cada livro, o visitante escolhe um assunto e assiste a um depoimento de Cazuza relacionado ao tema. No mesmo ambiente, há ainda grandes painéis com fotos do artista, de autoria de Flávio Colker.